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OS NOMES DOS RESPONSÁVEIS

Após reunirmos todas as nossas informações sobre o caso, conseguimos os nomes dos militares que estão diretamente envolvidos no caso: tenente-coronel Olímpio Vanderlei, capitão Ramires, tenente Tibério (da Polícia do Exército) e sargento Pedrosa. Sabemos também o nome dos três motoristas: cabo Vassalo, soldado Cirilo e soldado De Mello.

Eles se encontraram com um tenente S-2, que chegou num Fusca bege e parou ao lado do supermercado Paes Mendonça. Esse tenente mandou cada um dos militares, de Fusca ao Hospital Humanitas, onde fizeram algum tipo de operação secreta. Nesse dia 22 de janeiro, eles andaram calmamente pela cidade, passando mais de uma vez em frente ao Hospital Regional.

O comboio seguiu para o Hospital Humanitas, onde receberia uma misteriosa carga. Chegando lá, havia uma caixa de madeira presa sobre dois cavaletes e um dos agentes S-2 portava uma filmadora a tiracolo. Os outros militares receberam ordens para retirar suas jaquetas e foram proibidos de utilizar gravadores, filmadoras ou máquinas fotográficas. Nessa ocasião, foram vistos no pátio do hospital viaturas da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros com seis homens, dois militares do serviço secreto do Exército e alguns médicos.

Uma criatura morta foi colocada dentro da caixa, que foi fechada com uma lona plástica e colocada dentro do caminhão. A cobertura da carroceria teve partes reforçadas para que ninguém visse o que havia dentro. Nessa época, principalmente no dia 22 de janeiro, a cidade inteira estava comentando o estranho movimento de caminhões da ESA. Era impossível não notar aquilo... todos comentavam e os boatos aumentavam. O trajeto do comboio até Três Corações foi muito fácil. Ao chegarem à cidade, já havia homens da Polícia Militar esperando e segurando o trânsito. Ao que parece, os motoristas envolvidos não sabiam o que estavam transportando. Alguns militares disseram que tratava de um homem queimado, um suicida, ou qualquer coisa assim. Também disse que a criatura tinha um terrível mau cheiro.

Pelo fato de terem sido três os caminhões envolvidos, supomos que, talvez, também sejam três criaturas. Mas isso não pode ser afirmado com segurança pois ainda faltam provas e depoimentos. Assim, é quase impossível afirmar qualquer coisa sobre isso. Ao chegarem à ESA, o comboio fez rapidamente as manobras de estacionamento dos veículos. Às 04h da manhã, o mesmo comboio seguiu para Campinas, onde - segundo nossos informantes - a criatura foi submetida a uma necropsia. Nessa oportunidade, houve uma reunião com alguns oficiais, em que se enfatizou que toda essa operação havia sido secreta, sigilosa e que, embora o Exército continuasse sem saber do que se tratava, tudo deveria permanecer em silêncio.

Os soldados então chegaram a Campinas de manhã, garantindo a seus superiores a manutenção do sigilo. Mesmo porque, se isso não ocorresse, com certeza sofreriam muitas represálias. Até um jipe Engesa, modelo de guerra, fez parte do comboio, entre outros caminhões militares. Não sabemos ainda para qual unidade militar foram designados em Campinas. Ao chegarem ao seu destino, viram a caixa tomar outro rumo ainda desconhecido.

A partir desse momento, passamos a conectar os fatos e chegamos à conclusão de que eles tinham levado a criatura para Campinas com o objetivo de colocá-la nas mãos de um profissional da Unicamp. Segundo nossa investigação, esse profissional é um dos legistas mais respeitados do país e reconhecido internacionalmente.

Tivemos acesso à esta informação através de um cientista da mesma instituição, que precisa permanecer anônimo. Assim, tornou-se evidente que a criatura passou por lá, tanto que esse cientista aproveitou e veio para Varginha, onde fez coleta de amostras de solo e vegetação do local onde foi avistado o ser. O material está guardado, esperando uma oportunidade para ser analisado. Não há mais dúvidas, portanto, de que a Unicamp está envolvida no caso.

Nosso cientista conversou com alguns professores, pessoas muito próximas que freqüentam sua casa, e soube que há ordens do governo para que ninguém fale nada. Pelo que se sabe, o reitor da instituição também está orientado para manter o sigilo da operação. Legista Badan Palhares

As fontes, que são muito seguras, afirmam que o autor da primeira necropsia da criatura foi mesmo o médico legista Badan Palhares (foto à esquerda), responsável por necropsias importantes, como a de Joseph Mengheli e dos corpos de presos políticos enterrados no cemitério de Perus, em São Paulo. Quanto ao número de seres capturados, ainda é algo obscuro.

Fazendo apenas uma análise das probabilidades, podemos dizer que são pelo menos dois: o primeiro foi capturado às 10h da manhã pelos militares e o segundo foi visto pelas três meninas às 15h30. Quem esteve envolvido na operação de retirada da(s) criatura(s) do Hospital Humanitas diz que é pequena a possibilidade de serem três. Para uma das testemunhas militares, os três caminhões estavam ali para despistar qualquer desconfiança, de forma que nem mesmo os militares soubessem o que estavam fazendo...

Nós já sabemos como foi capturada a primeira criatura, às 10h30 da manhã, envolvendo Polícia, Exército e Bombeiros. Mas e a segunda? Como aconteceu sua captura? Pelo que revelaram as testemunhas, ocorreu por volta das 20h do sábado e estiveram envolvidos o serviço secreto da Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros. Esta captura foi muito mais discreta do que a primeira, pois os militares foram para o local todos à paisana e em carros civis.

A criatura estava num terreno, próximo a um bosque, onde os militares se espalharam e fizeram a captura secretamente. Essa informação veio de uma pessoa conhecida na cidade, uma senhora da sociedade varginhense, que ouviu falar que um soldado da polícia havia capturado a criatura. Este ser teria passado por um posto médico próximo ao local da captura e o médico de plantão aconselhou que fosse levado para o hospital.

 

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