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FENG SHUI
OS JARDINS E O FENG SHUI
Por Eleinne Christinne Ferreira [Eleinne Christy.:]24/04/2008

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Pouco se fala ainda sobre este assunto, pois o “modismo” levou a busca do equilíbrio no interior de suas casas e são poucos os especialistas nesta arte de harmonização que se preocupam com o verdadeiro valor do que vemos do lado externo da casa: nossos jardins, nossos quintais e nossas plantas.
Neste artigo o meu foco será voltado somente aos jardins, deixando os quintais para ser o tema dos próximos, devido à complexidade e extensão deste assunto tão intrigante e ao mesmo tempo maravilhoso que é o Feng Shui.
Para os antigos chineses, a base do equilíbrio do Yin e Yang tem de estar presente em tudo que está a nossa volta, animado ou inanimado promovendo energias positivas ou negativas devido estado deste equilíbrio. Este deve ser sempre centrado: deve haver a luz assim como deve haver a sombra. E nesta base encontramos um ponto em comum com as plantas de nosso lar.
Ao aplicar o Baguá este deve ser feito de fora para dentro, seguindo do macro para o micro. No caso de aplicações em casa, geralmente são mais fáceis de ativarmos e curarmos do que em apartamentos, onde estes têm um jardim coletivo e não se é visto no alcance da visão normal de dentro destes e cujas influencias poderiam ser mais diretas.
Quando localizamos as áreas do Baguá no jardim, a casa, a construção é parte integrante deste, e é usada como ativação ou cura, assim como um objeto decorativo dentro dela. Cada área tem uma planta que será utilizada como ativação, porém o equilíbrio sempre é fundamental, pois um jardim perfeito é aquele onde tudo está em harmonia, não havendo nenhum detalhe que se destaque nele, mesmo sendo flores, pois estas devem estar na paisagem no todo e não ser o foco.
Geralmente usam-se os Animais Sagrados para determinar posições de plantas de acordo com o seu porte (pequeno, médio ou grande) para dar a sustentação e a proteção devida ao imóvel que está contido neste local. Estes Animais, com seus respectivos portes:
A Tartaruga, representando o norte, o inverno e se localiza ao fundo do imóvel. São plantas de porte grande: Árvores de copas altas e os Pinheiros.
O Dragão, representando o leste, a primavera e se localiza ao lado esquerdo do imóvel. São plantas de porte médio à grande: Arvores menores como as frutíferas.
O Tigre, representando o oeste, o outono e se localiza ao lado direito do imóvel. São plantas de porte médio: os Arbustos.
A Fênix, representada ao sul, o verão e se localiza à frente do imóvel. São as flores e plantas de porte pequeno, para que se possa vislumbrar o “Horizonte”.
A Serpente, que representa o ser humano ou o imóvel, recebendo todas as influencias externas e que deve estar em equilibro com os animais acima.
Após conhecermos um pouquinho dos Animais Sagrados acima, partimos para localizar o Portão de entrada do terreno, que assim como a casa e deve estar localizado em uma das três áreas do Baguá, Trabalho, Amigos ou Espiritualidade, dependendo da sua posição no muro da frente da casa. Analisado isto, buscamos um outro equilíbrio que é o caminho deste Portão até a Porta Principal do imóvel, que dever ser sinuoso, assim como todos os caminhos feitos no jardim, visto que linhas retas dificultam o Ch’i que deve fluir para o imóvel e seus moradores, podendo torná-lo agressivos e atrair problemas sérios a todos.
Nestes casos a colocação de pedras (seixos rolados) distribuídos de forma sinuosas nas laterais do caminho, acaba sendo uma cura simples e eficaz.
A necessidade de uma vertente de água como fontes e aquários naturais, é a importância que eles tem no sentido de prosperidade. Vislumbrado nos primórdios do Feng Shui, como sendo um rio cheio de peixes que alimenta com fartura, famílias e povoados inteiros, então esta simbologia é muito importante.
No caso de piscinas, estas devem ter tamanhos proporcionais em relação ao imóvel para que não se torne Yang causando desequilíbrio e atraindo problemas de ordem emocional e na parte física, problemas ligados à circulação.
A exemplo de jardim japonês, podemos usar as plantas nativas brasileiras, que são adaptadas ao clima do para a decoração, seguindo sempre a regra básica do “TODO”, usando de técnicas de jardinagem e conhecimentos sobre plantas, até pela combinação destas, umas gostas de Sol direto, outras não, umas gostam de umidade, outra de locais mais secos. E em um jardim estes posicionamentos e misturas são essenciais para se ter um belo jardim e fácil manutenção.
Mas a base para tudo isso é o equilíbrio: quando se olhar o jardim, ver o todo e não ver algo que se destaque nele...
Neste artigo o meu foco será voltado somente aos jardins, deixando os quintais para ser o tema dos próximos, devido à complexidade e extensão deste assunto tão intrigante e ao mesmo tempo maravilhoso que é o Feng Shui.
Para os antigos chineses, a base do equilíbrio do Yin e Yang tem de estar presente em tudo que está a nossa volta, animado ou inanimado promovendo energias positivas ou negativas devido estado deste equilíbrio. Este deve ser sempre centrado: deve haver a luz assim como deve haver a sombra. E nesta base encontramos um ponto em comum com as plantas de nosso lar.
Ao aplicar o Baguá este deve ser feito de fora para dentro, seguindo do macro para o micro. No caso de aplicações em casa, geralmente são mais fáceis de ativarmos e curarmos do que em apartamentos, onde estes têm um jardim coletivo e não se é visto no alcance da visão normal de dentro destes e cujas influencias poderiam ser mais diretas.
Quando localizamos as áreas do Baguá no jardim, a casa, a construção é parte integrante deste, e é usada como ativação ou cura, assim como um objeto decorativo dentro dela. Cada área tem uma planta que será utilizada como ativação, porém o equilíbrio sempre é fundamental, pois um jardim perfeito é aquele onde tudo está em harmonia, não havendo nenhum detalhe que se destaque nele, mesmo sendo flores, pois estas devem estar na paisagem no todo e não ser o foco.
Geralmente usam-se os Animais Sagrados para determinar posições de plantas de acordo com o seu porte (pequeno, médio ou grande) para dar a sustentação e a proteção devida ao imóvel que está contido neste local. Estes Animais, com seus respectivos portes:
A Tartaruga, representando o norte, o inverno e se localiza ao fundo do imóvel. São plantas de porte grande: Árvores de copas altas e os Pinheiros.
O Dragão, representando o leste, a primavera e se localiza ao lado esquerdo do imóvel. São plantas de porte médio à grande: Arvores menores como as frutíferas.
O Tigre, representando o oeste, o outono e se localiza ao lado direito do imóvel. São plantas de porte médio: os Arbustos.
A Fênix, representada ao sul, o verão e se localiza à frente do imóvel. São as flores e plantas de porte pequeno, para que se possa vislumbrar o “Horizonte”.
A Serpente, que representa o ser humano ou o imóvel, recebendo todas as influencias externas e que deve estar em equilibro com os animais acima.
Após conhecermos um pouquinho dos Animais Sagrados acima, partimos para localizar o Portão de entrada do terreno, que assim como a casa e deve estar localizado em uma das três áreas do Baguá, Trabalho, Amigos ou Espiritualidade, dependendo da sua posição no muro da frente da casa. Analisado isto, buscamos um outro equilíbrio que é o caminho deste Portão até a Porta Principal do imóvel, que dever ser sinuoso, assim como todos os caminhos feitos no jardim, visto que linhas retas dificultam o Ch’i que deve fluir para o imóvel e seus moradores, podendo torná-lo agressivos e atrair problemas sérios a todos.
Nestes casos a colocação de pedras (seixos rolados) distribuídos de forma sinuosas nas laterais do caminho, acaba sendo uma cura simples e eficaz.
A necessidade de uma vertente de água como fontes e aquários naturais, é a importância que eles tem no sentido de prosperidade. Vislumbrado nos primórdios do Feng Shui, como sendo um rio cheio de peixes que alimenta com fartura, famílias e povoados inteiros, então esta simbologia é muito importante.
No caso de piscinas, estas devem ter tamanhos proporcionais em relação ao imóvel para que não se torne Yang causando desequilíbrio e atraindo problemas de ordem emocional e na parte física, problemas ligados à circulação.
A exemplo de jardim japonês, podemos usar as plantas nativas brasileiras, que são adaptadas ao clima do para a decoração, seguindo sempre a regra básica do “TODO”, usando de técnicas de jardinagem e conhecimentos sobre plantas, até pela combinação destas, umas gostas de Sol direto, outras não, umas gostam de umidade, outra de locais mais secos. E em um jardim estes posicionamentos e misturas são essenciais para se ter um belo jardim e fácil manutenção.
Mas a base para tudo isso é o equilíbrio: quando se olhar o jardim, ver o todo e não ver algo que se destaque nele...

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