"Homem do gelo" não tem mais descendentes, diz estudo
Publicado por Editorial [MisteriosAntigos] em 16/3/2009
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Ötzi tem o corpo exposto desde 1998 no museu de Bolzano, no norte da Itália.
O "homem do gelo", múmia de 5.300 anos descoberta em 1991 nos Alpes italianos, não tem descendentes em nossos dias, segundo um estudo publicado pela revista científica Current Biology.
Pesquisadores italianos e britânicos seqüenciaram o DNA mitocondrial completo do ser pré-histórico, também conhecido como Ötzi - por causa da região onde foi encontrado -, e descobriram que ele pertence a uma linhagem genética que é muito rara e pode até estar extinta.
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Os especialistas das universidades de Camerino e Leeds geraram o DNA mitocondrial mais antigo até o momento de um Homo sapiens.
Seus resultados contradizem as conclusões de uma pesquisa de 1994 sobre uma seqüência pequena do DNA de Ötzi, que sugeria que ainda poderia haver descendentes seus na Europa.
Os pesquisadores utilizaram novas tecnologias para seqüenciar o DNA de Ötzi e compará-lo com um haplogrupo - grupos que compartilham uma seqüência ancestral de DNA - atual.
O "homem do gelo" pertencia a um ramo do haplogrupo K1, que ainda é comum hoje em dia na Europa, mas quase todos pertencem a três sublinhagens concretas, enquanto a linhagem de Ötzi era completamente diferente.
"Nossa análise confirma que Ötzi pertencia a uma linhagem não-identificada de K1 que não foi vista até o momento em populações européias modernas", disse Martin Richards, professor da Universidade de Leeds.
"Nossa pesquisa sugere que a linhagem de Ötzi pode ter sido extinta", completou. Os restos mumificados do "homem do gelo", que tinha aproximadamente 46 anos quando morreu, foram descobertos em 1991 por dois turistas alemães em uma geleira perto da fronteira da Itália com a Áustria.
Seu corpo estava quase totalmente preservado graças às baixas temperaturas, o que dá uma percepção sem precedentes sobre o Neolítico e a Idade do Cobre.
Segundo as pesquisas, Ötzi, cujo corpo é exposto desde 1998 no museu de Bolzano, no norte da Itália, foi gravemente ferido por uma flecha e possivelmente morto com um golpe na cabeça.
Fonte: EFE
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Ötzi tem o corpo exposto desde 1998 no museu de Bolzano, no norte da Itália.
O "homem do gelo", múmia de 5.300 anos descoberta em 1991 nos Alpes italianos, não tem descendentes em nossos dias, segundo um estudo publicado pela revista científica Current Biology.
Pesquisadores italianos e britânicos seqüenciaram o DNA mitocondrial completo do ser pré-histórico, também conhecido como Ötzi - por causa da região onde foi encontrado -, e descobriram que ele pertence a uma linhagem genética que é muito rara e pode até estar extinta.
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Os especialistas das universidades de Camerino e Leeds geraram o DNA mitocondrial mais antigo até o momento de um Homo sapiens.
Seus resultados contradizem as conclusões de uma pesquisa de 1994 sobre uma seqüência pequena do DNA de Ötzi, que sugeria que ainda poderia haver descendentes seus na Europa.
Os pesquisadores utilizaram novas tecnologias para seqüenciar o DNA de Ötzi e compará-lo com um haplogrupo - grupos que compartilham uma seqüência ancestral de DNA - atual.
O "homem do gelo" pertencia a um ramo do haplogrupo K1, que ainda é comum hoje em dia na Europa, mas quase todos pertencem a três sublinhagens concretas, enquanto a linhagem de Ötzi era completamente diferente.
"Nossa análise confirma que Ötzi pertencia a uma linhagem não-identificada de K1 que não foi vista até o momento em populações européias modernas", disse Martin Richards, professor da Universidade de Leeds.
"Nossa pesquisa sugere que a linhagem de Ötzi pode ter sido extinta", completou. Os restos mumificados do "homem do gelo", que tinha aproximadamente 46 anos quando morreu, foram descobertos em 1991 por dois turistas alemães em uma geleira perto da fronteira da Itália com a Áustria.
Seu corpo estava quase totalmente preservado graças às baixas temperaturas, o que dá uma percepção sem precedentes sobre o Neolítico e a Idade do Cobre.
Segundo as pesquisas, Ötzi, cujo corpo é exposto desde 1998 no museu de Bolzano, no norte da Itália, foi gravemente ferido por uma flecha e possivelmente morto com um golpe na cabeça.
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