Publicado por Editorial [MisteriosAntigos] em 20/9/2009
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As populações humanas da África começaram a se propagar e crescer no continente no final da Idade de Pedra, há 40 mil anos, afirma um relatório divulgado nesta terça-feira pela revista PLoS ONE.
A investigação, baseada em dados genéticos e realizada por cientistas da Divisão de Biotecnologia da Universidade do Arizona, afirma que as povoações ao sul do Saara começaram a crescer até antes do desenvolvimento da agricultura.
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As populações humanas da África começaram a se propagar e crescer no continente no final da Idade de Pedra, há 40 mil anos, afirma um relatório divulgado nesta terça-feira pela revista PLoS ONE.
A investigação, baseada em dados genéticos e realizada por cientistas da Divisão de Biotecnologia da Universidade do Arizona, afirma que as povoações ao sul do Saara começaram a crescer até antes do desenvolvimento da agricultura.
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Publicado por Editorial [MisteriosAntigos] em 17/9/2009
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Os instrumentos de ossos e marfim são os mais antigos já encontrados
Arqueólogos da Universidade de Tübingen, na Alemanha, descobriram restos de flautas de mais de 35 mil anos – os mais antigos instrumentos musicais já encontrados no mundo.
As descobertas e os detalhes das três flautas encontradas na caverna de Hohle Fels, no sudoeste alemão, foram publicados na mais recente edição da revista científica Nature.
Segundo os pesquisadores, os instrumentos eram usados nos primórdios da colonização da Europa, há cerca de 35 mil anos e a música era uma prática generalizada na época pré-histórica.
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Os instrumentos de ossos e marfim são os mais antigos já encontrados
Arqueólogos da Universidade de Tübingen, na Alemanha, descobriram restos de flautas de mais de 35 mil anos – os mais antigos instrumentos musicais já encontrados no mundo.
As descobertas e os detalhes das três flautas encontradas na caverna de Hohle Fels, no sudoeste alemão, foram publicados na mais recente edição da revista científica Nature.
Segundo os pesquisadores, os instrumentos eram usados nos primórdios da colonização da Europa, há cerca de 35 mil anos e a música era uma prática generalizada na época pré-histórica.
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Publicado por Editorial [MisteriosAntigos] em 14/9/2009
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A estrela gigante Betelgeuse, uma supergigante vermelha também chamada de Alfa Órion, localizada na constelação de Órion, tem uma cauda de gás do tamanho do nosso Sistema Solar, indicaram fotos de uma precisão sem precedente publicadas nesta quarta-feira pelo Observatório de Paris.
A Betelgeuse é uma estrela mil vezes maior que o Sol. Isto significa que se estivesse no centro de nosso Sistema Solar, se estenderia até Júpiter, passando por Mercúrio, Vênus e a Terra.
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A estrela gigante Betelgeuse, uma supergigante vermelha também chamada de Alfa Órion, localizada na constelação de Órion, tem uma cauda de gás do tamanho do nosso Sistema Solar, indicaram fotos de uma precisão sem precedente publicadas nesta quarta-feira pelo Observatório de Paris.
A Betelgeuse é uma estrela mil vezes maior que o Sol. Isto significa que se estivesse no centro de nosso Sistema Solar, se estenderia até Júpiter, passando por Mercúrio, Vênus e a Terra.
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Publicado por Editorial [MisteriosAntigos] em 11/9/2009
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Temperatura permitiu aos incas colonizar altitudes elevadas, diz estudo.
Um estudo de sedimentos encontrados na região de Cuzco, no Peru, sugere que o antigo Império Inca se beneficiou de um período de aquecimento global que durou cerca de 500 anos - exatamente na época em que aquela civilização conheceu seu maior apogeu.
O estudo, coordenado pelo pesquisador Alex Chepstow-Lusty, do Instituto Francês de Estudos Andinos em Lima, capital peruana, analisou como a evolução social e econômica verificada durante os anos incas se relacionam às mudanças climáticas nos Andes no mesmo período.
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Temperatura permitiu aos incas colonizar altitudes elevadas, diz estudo.
Um estudo de sedimentos encontrados na região de Cuzco, no Peru, sugere que o antigo Império Inca se beneficiou de um período de aquecimento global que durou cerca de 500 anos - exatamente na época em que aquela civilização conheceu seu maior apogeu.
O estudo, coordenado pelo pesquisador Alex Chepstow-Lusty, do Instituto Francês de Estudos Andinos em Lima, capital peruana, analisou como a evolução social e econômica verificada durante os anos incas se relacionam às mudanças climáticas nos Andes no mesmo período.
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Publicado por Editorial [MisteriosAntigos] em 8/9/2009
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Bárbara Frale, uma perita italiana estudiosa da desaparecida Ordem dos Templários, precisou em um recente artigo que estes cavaleiros medievais custodiaram durante um século o Manto de Turim, para que este não caísse em mãos dos hereges da idade Média como os cátaros.
Em seu novo livro que será publicado dentro de pouco, com o título "Os templários e a Síndone de Cristo", Frale dá a conhecer os detalhes que sustentam esta afirmação a partir de seus estudos no Arquivo Segredo Vaticano que recentemente deu a conhecer o "Processo contra os templários".
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Bárbara Frale, uma perita italiana estudiosa da desaparecida Ordem dos Templários, precisou em um recente artigo que estes cavaleiros medievais custodiaram durante um século o Manto de Turim, para que este não caísse em mãos dos hereges da idade Média como os cátaros.
Em seu novo livro que será publicado dentro de pouco, com o título "Os templários e a Síndone de Cristo", Frale dá a conhecer os detalhes que sustentam esta afirmação a partir de seus estudos no Arquivo Segredo Vaticano que recentemente deu a conhecer o "Processo contra os templários".
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Publicado por Editorial [MisteriosAntigos] em 5/9/2009
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Um desenho encontrado em um dos cadernos de Leonardo da Vinci (1452-1519) pode ser um autoretrato do pintor e inventor renascentista, disseram especialistas.
O desenho, escondido atrás de trechos escritos a mão por 500 anos, foi descoberto pela jornalista italiano Piero Angela.
Ele mostra um homem entrando na meia idade com longos cabelos e uma barba rala, aparentemente perdido em reflexões.
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Um desenho encontrado em um dos cadernos de Leonardo da Vinci (1452-1519) pode ser um autoretrato do pintor e inventor renascentista, disseram especialistas.
O desenho, escondido atrás de trechos escritos a mão por 500 anos, foi descoberto pela jornalista italiano Piero Angela.
Ele mostra um homem entrando na meia idade com longos cabelos e uma barba rala, aparentemente perdido em reflexões.
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Publicado por Editorial [MisteriosAntigos] em 3/9/2009
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Restos humanos foram encontrados sob pirâmide (Foto: divulgação INAH)
Arqueólogos do Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) do México anunciaram a descoberta de uma cova maciça contendo os restos mortais de 50 índios astecas embaixo dos restos da pirâmide de Tlatelolco, perto da Cidade do México.
A cova é do século 16 e os arqueólogos acreditam que os restos mortais sejam de guerreiros astecas que teriam resistido à tomada de Tlatelolco pelo colonizador Hernán Cortés, ou de índios mortos pela peste bubônica trazida pelos espanhóis nos anos de 1545 e 1576.
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Restos humanos foram encontrados sob pirâmide (Foto: divulgação INAH)
Arqueólogos do Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) do México anunciaram a descoberta de uma cova maciça contendo os restos mortais de 50 índios astecas embaixo dos restos da pirâmide de Tlatelolco, perto da Cidade do México.
A cova é do século 16 e os arqueólogos acreditam que os restos mortais sejam de guerreiros astecas que teriam resistido à tomada de Tlatelolco pelo colonizador Hernán Cortés, ou de índios mortos pela peste bubônica trazida pelos espanhóis nos anos de 1545 e 1576.
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Publicado por Editorial [MisteriosAntigos] em 1/9/2009
Publicado por Editorial [MisteriosAntigos] em 31/8/2009
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Estátuas pertenciam ao rei Amenhotep III, que governou o Egito aproximadamente 3.400 anos atrás.
CAIRO - Um grupo de arqueólogos egípcios e europeus descobriu duas estátuas do rei Amenhotep III, que governou o Egito aproximadamente 3.400 anos atrás, disse o Supremo Conselho da Antiguidade.
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Estátuas pertenciam ao rei Amenhotep III, que governou o Egito aproximadamente 3.400 anos atrás.
CAIRO - Um grupo de arqueólogos egípcios e europeus descobriu duas estátuas do rei Amenhotep III, que governou o Egito aproximadamente 3.400 anos atrás, disse o Supremo Conselho da Antiguidade.
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Publicado por Editorial [MisteriosAntigos] em 28/8/2009
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Reconstrução digital feita a partir do crânio da rainha egípcia
LONDRES - A rainha egípcia Cleópatra era, em parte, africana, de acordo com uma equipe de pesquisadores do Instituto Arqueológico Austríaco. A conclusão foi tirada após a identificação do esqueleto da irmã mais nova de Cleópatra, a princesa Arsinoe, encontrado em uma tumba de mais de 2 mil anos em Éfeso, na Turquia.
As evidências obtidas pelo estudo das dimensões do crânio de Arsinoe indicam que ela tem algumas características de brancos europeus, antigos egípcios e africanos negros, indicando que Cleópatra provavelmente também era de origem étnica mista. A mãe de Arsinoe seria de origem africana.
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Reconstrução digital feita a partir do crânio da rainha egípcia
LONDRES - A rainha egípcia Cleópatra era, em parte, africana, de acordo com uma equipe de pesquisadores do Instituto Arqueológico Austríaco. A conclusão foi tirada após a identificação do esqueleto da irmã mais nova de Cleópatra, a princesa Arsinoe, encontrado em uma tumba de mais de 2 mil anos em Éfeso, na Turquia.
As evidências obtidas pelo estudo das dimensões do crânio de Arsinoe indicam que ela tem algumas características de brancos europeus, antigos egípcios e africanos negros, indicando que Cleópatra provavelmente também era de origem étnica mista. A mãe de Arsinoe seria de origem africana.
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